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A revolução digital e a reinvenção dos modelos de negócios

Artigo retirado da revista DUO Joinville, feito em colaboração com o CEO do 9weeklabs Tulio Severo Jr.

Tulio é empreendedor, conselheiro Certificado em Governança de Startups pelo IBGC, CEO da Infinitepar Holding Co LLC, fundador da pré-aceleradora de startups 9weeklabs, sócio investidor da Spin Capital Aceleradora, empresário Acionista da Sabemi Seguradora S.A, além de gestor do programa Faciap Inovalab.

Para ele, a humanidade é marcada por momentos cruciais, fatos que mudaram o rumo da história. Um deles, segundo Tulio, se deu após o surgimento da internet. A revolução digital transformou tudo, incluindo o mundo dos negócios. “As empresas surgiram após a internet fincar suas raízes em terras com possibilidades infinitas. As que entenderam isso e passaram a se desenvolver tendo a internet como adubo, foram altamente bem sucedidas e estão tirando proveito da maior revolução no mundo dos negócios”.

Para os modelos de negócios ditos como tradicionais, a reinvenção é uma questão de sobrevivência. É preciso entender que os clientes também já não são os mesmos. Para Túlio, a geração atual busca por modelos com menos complexidades e mais agilidade, menos propriedade e mais liberdade.

As gerações atuais jamais saberão o que é viver em um mundo não digital. “As crianças de hoje que já usam celular e tablets dos 5 anos em diante olham o mundo como se ele sempre fosse assim, como se falar com máquinas fosse comum há muito tempo”. Os impactos disso são muitos, gerando uma transformação de diversas maneiras, inclusive na forma em que essas gerações irão se projetar, desenvolver e consumir negócios.

Tulio no centro de pré-aceleração de startups do Faciap Inovalab.

A sobrevivência é aprender a jogar esse novo jogo da inovação, onde os negócios são transparentes, abertos, uberizados e multiplataformas.

Túlio Severo Jr.

Dado esse cenário, se remodelar é preciso. Quem aprender logo esse movimento vai precisar contratar talentos com essa cultura, quanto mais rápido as empresas conseguirem antecipar o que vai causar essa disrupção, mais rápido poderão “virar o jogo”.

Para Túlio, nesse processo, é preciso que os modelos tradicionais façam alguns dos seguintes questionamentos: como será seu negócio daqui 10 anos? Quais são os serviços e produtos que podem substituir o meu modelo? O que posso fazer para iniciar as mudanças necessárias? Estou falando com startups que atuam em torno de soluções para o meu segmento? Como posso fazer negócios com startups que agreguem valor ao meu produto ou serviço?

Para acompanhar o ritmo e crescimento acelerado das mudanças trazidas pela revolução digital, é preciso buscar meios de inovar, isso também se aplica aos modelos tradicionais de negócios.

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DESPERTE O EMPREENDEDOR QUE HÁ EM VOCÊ

Aposto que você já teve uma ideia de negócio. De acordo com uma pesquisa da Global Entrepreneurship Monitor (GEM), divulgada pelo Sebrae e pelo Instituto Brasileiro de Qualidade e Produtividade (IBQP), empreender é o 4º maior sonho entre os brasileiros. Só fica atrás de comprar uma casa, um carro ou viajar.

Ao longo dos últimos anos, o Brasil vem registrando aumento no número de empresas criadas, que totalizam 19.228.025 milhões de negócios. De acordo com especialistas, há três pontos que favorecem o crescimento do ecossistema empreendedor por aqui. O primeiro é a própria vocação dos brasileiros para administrar uma empresa, além das oportunidades criadas pelo mercado e o incentivo de programas governamentais.

Por isso, caso você opte em deixar todos os seus medos para trás e prosseguir com a ideia de criar seu próprio negócio, um dos caminhos é estudar a melhor forma de ingressar no mercado. A ajuda de livros e pesquisas é uma fiel e velha amiga para empreendedores de primeira viagem, e uma boa recomendação é o livro: “Desperte o empreendedor que há em você”.

Publicado em 2008, o livro foi escrito por Michael Gerber, uma verdadeira lenda do empreendedorismo com mais de 40 anos de experiência em consultoria e autor de 13 livros de negócios, entre eles está o bestseller  “O mito do empreendedor”.

O Mito do Empreendedor - Resumo do livro de Michael Gerber
Michael E. Gerber é um autor americano e fundador da Michael E. Gerber Companies, uma empresa de treinamento em habilidades de negócios.

“Desperte o empreendedor que há em você” é claro em dizer que não existe uma metodologia para sonhar, todos os humanos têm esse dom. Mas quando se trata de criar empresas e negócios, é possível deixar o negócio mais eficiente se entendermos que existem diferentes “eus” dentro de cada um. São eles: o “eu pensador”, o “eu sonhador” e o “eu contador” de histórias.

Esses eus criam a fundação para que o “eu líder” execute baseado em uma sólida construção. Para Gerber, é imprescindível que todo empreendedor passe por esses estágios que caracterizam uma pessoa diferente, que vai avançando a cada estágio para que, no final, se torne o dono de um grande negócio com destaque no mercado.

FOLHA EM BRANCO

Gerber é também autor do célebre pensamento da folha em branco. Basicamente, visando ilustrar o pontapé inicial de um negócio, Gerber diz a seguinte frase. “Uma folha em branco pode ser vista de duas formas. A primeira é a coisa mais assustadora do mundo, porque você precisa colocar a primeira marca e descobrir o que fazer com ela. A outra maneira é olhar para ela e dizer: uau, essa é a maior oportunidade do mundo pois agora eu posso deixar minha imaginação voar em qualquer direção e criar muitas coisas novas”.

Gerber passou grande parte de sua vida convencendo as pessoas de que uma folha de papel em branco é a maior oportunidade do mundo, e não é assustador. É preciso empoderar-se com conhecimento sobre a realidade e motivar suas ações.

O autor foca boa parte do livro explicando e analisando a importância das personalidades no crescimento do eu empreendedor para que, consequentemente, ele avance na criação de seu sonho e coloque em prática um negócio com potencial escalável.

Um dos pontos máximos de um verdadeiro empreendedor é gerar valor ao mundo, lembrando que os clientes procuram resultados. Qualquer negócio que parta do pressuposto que qualquer outra coisa é mais importante do que o resultado do clientes está fadado ao fracasso.

O livro “Desperte o empreendedor que há em você é para quem está pensando em começar um negócio próprio, ou até mesmo para quem já tem um negócio, mas se vê refém dele, trabalhando cada vez mais horas e não tendo tempo para escalar o negócio.

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5 empresas que pivotaram para se tornarem um sucesso

Uma das maiores lições que as startups trazem ao mercado é: mudar no meio do caminho não é um fracasso.

Em alguns momentos, pode ser exatamente o necessário para prosperar. Não por acaso, o ecossistema possui até uma palavra própria para isso: pivotar, que significa mudar completamente a direção ou o propósito de uma empresa. Ao longo dos anos, diversas companhias passaram por mudanças pra alcançarem o sucesso que vemos hoje.

Eric Ries, autor de The Lean Startup, define a pivotagem como “uma correção de curso estruturada, projetada para testar uma nova hipótese fundamental sobre o produto, a estratégia e o mecanismo de crescimento”.

Geralmente quando você está construindo um produto, e está na fase inicial, você tende a usar uma tecnologia que vai entregar mais rápido os resultados, e isso irá validar essa idéia. Entretanto, na maioria das vezes, o potencial de escala dela não será muito bom.

Por isso, separamos 5 grandes empresas que pivotaram no meio do caminho:

1. Nike

Bill Bowerman e Phil Knight em Oregon, testando seus calçados de corrida.

A Nike foi criada em 1964 como “Blue Ribbon Sports”, por Bill Bowerman e Philp Knight. A companhia distribuía sapatos da companhia japonesa Onitsuka Tiger. A transformação para a Nike que conhecemos, que cria e fabrica os próprios modelos, veio apenas em 1971.

Relembrando os primórdios, a Nike lançou uma loja da Blue Ribbon Sports em 2019, especializando a marca em corridas. A empresa também lançou coleções temáticas utilizando seu nome e logo anteriores.

2. Amazon

Jeff Bezos no início da Amazon.

Criada por Jeff Bezos em 1994, a Amazon nasceu como um e-commerce de livros. No entanto, a empresa saiu do mercado editorial e foi além, tornando-se a varejista “de tudo”. A transformação é digna de uma “pivotada”, pois as decisões mudaram completamente o destino da empresa.

Atualmente, a Amazon está presente no setor de jogos, alimentação, eletrônicos, logística, computação em nuvem, entre outros.

3. YouTube

Com 19 segundos de duração, “me at the zoo” foi o primeiro vídeo do YouTube, em 2005.

O YouTube nasceu em 2005, quando os ex-funcionários do PayPal Chad Hurley, Steve Chen e Jawed Karim se uniram. O objetivo era de criar uma plataforma de encontros através de vídeos.

O apelo inicial não teve muitos adeptos, o que fez com que os fundadores permitissem o upload de vídeos de qualquer tema. Atualmente, o YouTube é a maior plataforma de vídeos da internet.

4. Sambatech

Sede da Sambatech

Criada em 2004, a Sambatech distribuía jogos de celular em toda a América Latina. Cinco anos depois, após diversas mudanças no setor de telefonia, a empresa pivotou para se tornar uma plataforma de distribuição de vídeos online, com foco em ensino à distância.

5. Instagram

Sede do Instagram em Nova York.

O Instagram foi criado em 2010 pelo norte-americano Kevin Systrom e pelo brasileiro Mike Krieger. Naquela época, não haviam as “selfies”, pois fugiam completamente do propósito da plataforma. A empresa unia fotografias de estabelecimentos (restaurantes, por exemplo) com a geolocalização, funcionando de forma semelhante ao Foursquare.

Com o tempo, e principalmente após a aquisição do Facebook, o Instagram tomou o rumo de fotografias em geral.

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