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Quantas startups unicórnios existem no mundo?

Quando se fala em unicórnio, qual é a primeira coisa que vem em sua cabeça? Aquele ser equino mitológico com um chifre na testa que solta arco-íris ou startups bem-sucedidas com valor de mercado a partir de US$ 1 bilhão (R$ 5,1 bilhões)?

Se a sua resposta for a segunda opção, saiba que hoje, de acordo com o site CB Insights, que cataloga as startups do mundo, o planeta terra já conta com 805 unicórnios.

Para se ter uma ideia, só nos oito primeiros meses de 2021, foram 324 empresas de inovação que alcançaram essa marca, muito mais do que o turbulento ano de 2021, que alcançou a marca de 115, menos da metade desta temporada. E não para por aí, já que muitos especialistas afirmam que a diferença pode ficar ainda maior nos próximos quatro meses, fator que mostra o benéfico ano de 2021 para as startups de todo mundo.

Quando analisamos o cenário brasileiro, constatamos que possuímos um total de 21 unicórnios, sendo a Nuvemshop o mais novo nome. No entanto, quando analisamos a lista da CB Insights, notamos a falta de alguns brasileiros como a Vtex e Pagseguro, indicando que a lista está incompleta e pode ser ainda maior.

O mundo está ficando tão cheio de unicórnios que muitos agora brincam com uma nova nomenclatura chamada de decacórnios, que seriam empresas com valor de mercado acima de US$ 10 bilhões (R$ 51,7 bilhões). Na lista, vemos 38 companhias que já alcançaram esse status, com alguns nomes como a chinesa Bytedance, criadora do TikTok (US$ 28,7 bilhões), a SpaceX (US$ 74 bilhões) e a brasileira Nubank (US$ 30 bilhões).

(Vídeo do canal “Na Prática” sobre startups unicórnios)

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Internet of Things: o projeto de lei que deve ser comemorado

Você já ouviu falar do conceito Internet of Things? Basicamente, estuda-se a possibilidade de interconectar digitalmente objetos cotidianos com a Internet. Em outras palavras, a Internet das Coisas (nome em português) nada mais é que uma rede de objetos físicos capazes de reunir e de transmitir dados.

Por meio de computação de baixo custo, como nuvem, big data, análise e tecnologias móveis, as coisas físicas podem compartilhar e coletar dados com intervenção humana mínima. Neste mundo hiperconectado, os sistemas digitais podem registrar monitorar e ajustar cada interação entre coisas conectadas. No fim, o mundo físico encontra o conectado.

No Brasil, esse tema vem sendo analisado desde 2016 entre setores públicos, como o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) e o Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovação e Comunicação (MCTIC). Ambos elaboraram um diagnóstico e um plano de ação para até 2022 no Brasil, que contempla mais de 70 iniciativas para inovação, capital humano, ambiente regulatório e conectividade.

Para André Telles, assessor de inovação da Celepar e autor de cinco livros sobre tecnologia, essa evolução do IOT, em termos de telecomunicação, é tão importante quanto a que ocorreu com a telefonia móvel celular, o advento das mídias sociais, aplicativos e o processo de migração das emissoras de TV para a internet.

André Telles é especialista em governos inteligentes, palestrante e professor.

“Foi aprovado pelo senado o Projeto de Lei 6549/2019, que isenta os dispositivos de Internet das Coisas das contribuições setoriais, é um marco histórico para o avanço da conectividade e do desenvolvimento das telecomunicações no Brasil. Essa é a avaliação da Conexis Brasil Digital, nova marca do SindiTelebrasil, entidade que representa as operadoras do setor de telecomunicações no Brasil”, explica Telles.

Em uma postagem no Twitter, o Ministério das Comunicações afirmou que o Projeto de Lei segue para a sanção do Presidente da República e a expectativa é de que a medida gere mais de 10 milhões de empregos e impulsione a conectividade de dispositivos com uso de 5G. 

Nos últimos anos, países como a China e os EUA, potências mundiais, escolheram a IOT como setor chave e prospectava US$ 180 bilhões para 2020. Por isso, precisamos continuar avançando no Brasil quando o tema é Internet das Coisas e a aprovação do senado da PL deve ser comemorada.

Confira esse vídeo da TecMundo, que explica mais sobre a Internet das Coisas
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