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Internet of Things: o projeto de lei que deve ser comemorado

Você já ouviu falar do conceito Internet of Things? Basicamente, estuda-se a possibilidade de interconectar digitalmente objetos cotidianos com a Internet. Em outras palavras, a Internet das Coisas (nome em português) nada mais é que uma rede de objetos físicos capazes de reunir e de transmitir dados.

Por meio de computação de baixo custo, como nuvem, big data, análise e tecnologias móveis, as coisas físicas podem compartilhar e coletar dados com intervenção humana mínima. Neste mundo hiperconectado, os sistemas digitais podem registrar monitorar e ajustar cada interação entre coisas conectadas. No fim, o mundo físico encontra o conectado.

No Brasil, esse tema vem sendo analisado desde 2016 entre setores públicos, como o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) e o Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovação e Comunicação (MCTIC). Ambos elaboraram um diagnóstico e um plano de ação para até 2022 no Brasil, que contempla mais de 70 iniciativas para inovação, capital humano, ambiente regulatório e conectividade.

Para André Telles, assessor de inovação da Celepar e autor de cinco livros sobre tecnologia, essa evolução do IOT, em termos de telecomunicação, é tão importante quanto a que ocorreu com a telefonia móvel celular, o advento das mídias sociais, aplicativos e o processo de migração das emissoras de TV para a internet.

André Telles é especialista em governos inteligentes, palestrante e professor.

“Foi aprovado pelo senado o Projeto de Lei 6549/2019, que isenta os dispositivos de Internet das Coisas das contribuições setoriais, é um marco histórico para o avanço da conectividade e do desenvolvimento das telecomunicações no Brasil. Essa é a avaliação da Conexis Brasil Digital, nova marca do SindiTelebrasil, entidade que representa as operadoras do setor de telecomunicações no Brasil”, explica Telles.

Em uma postagem no Twitter, o Ministério das Comunicações afirmou que o Projeto de Lei segue para a sanção do Presidente da República e a expectativa é de que a medida gere mais de 10 milhões de empregos e impulsione a conectividade de dispositivos com uso de 5G. 

Nos últimos anos, países como a China e os EUA, potências mundiais, escolheram a IOT como setor chave e prospectava US$ 180 bilhões para 2020. Por isso, precisamos continuar avançando no Brasil quando o tema é Internet das Coisas e a aprovação do senado da PL deve ser comemorada.

Confira esse vídeo da TecMundo, que explica mais sobre a Internet das Coisas
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Empreendedorismo 3.0: inovar para servir!

Inovar (verbo transitivo) – introduzir novidade em; fazer algo como não era feito antes, tornar novo; renovar, restaurar.

Muito se fala em inovação como um verbo intransitivo que não pede complemento.

“Estou inovando” passa a ser verbo intransitivo.

Navegando por navegar, ou cantando por cantar. Diferente de navegar para levar banana para Paquetá ou cantar para participar do concurso da escola.

Verbos intransitivos não demandam complemento.

Inovar é preciso, mas por que? para onde?

É preciso complementar o motivo, pois ninguém muda sem uma razão. Ou não deveria, principalmente organizações produtivas que vivem dos clientes.

Transitivo: é o verbo considerado de sentido incompleto, que exige complemento que lhe integre o sentido.

É preciso inovar para tornar os clientes mais fiéis – simples assim – sair da inovação pela inovação para a inovação com foco.

Se gera valor para o cliente receber valor de volta e continuar gerando valor para receber valor, num processo contínuo.

Assim, podemos atrelar o verbo inovar ao de se manter sustentável economicamente – ou em outras palavras – competitivo – diante dos outros para obter e manter clientes.

Podemos dizer que temos duas formas, hoje, de pensar inovação:

  • A inovação para o próprio umbigo (intransitiva e antipática) – que é a inovação pela inovação para dizer que está inovando ou para atender a demanda daqueles que querem se motivar dentro da organização, o que ocorre também na maioria das pesquisas acadêmicas;
  • A inovação em direção à competitividade (transitiva e empática) – que é a inovação para manter antigos e ganhar novos clientes – é a inovação para servir ao outro.

Na primeira, podemos dizer que temos a inovação não-empática ou antipática, voltada apenas para os desejos internos.

Inovação sem foco competitivo, intransitiva.

Antipatia, o contrário: desprovido de afinidade ou interesse pelo outro. 

A Inovação Empática é aquela que vai na direção ao cliente, transitiva, na linha de todo o movimento empreendedor de ponta, vide Startup Enxuta, de Eric Ries.

Podemos dizer que a Inovação Empática é voltada para o cliente amigo e não para o umbigo.

Empatia – Faculdade de compreender emocionalmente o outro

O problema do mercado hoje é que as organizações (e os profissionais) vem com a mentalidade pré-digital, em que era mais possível controlar o mercado, que era muito mais verticalizado do que hoje.

Não se acostumaram ainda ao novo ambiente no qual o cliente tem mais poder – e é preciso passar do intransitivo ao transitivo e da antipatia para a empatia.

Os projetos de inovação, que estão funcionando, vão na direção Inovação Empática e Transitiva.

Quando se fala, assim, em inovar, deve se pensar em algo novo para melhorar a vida do cliente, que está insatisfeito com os limites tecnoculturais anteriores.

O cliente quer sair dos limites que tinha antes e espera as organizações empáticas e transitivas que os tire de lá!!!

O primeiro desafio do Empreendedor 3.0, com essa mentalidade, é justamente superar o bloqueio psicológico de décadas que guiou a maior parte das organizações de muito mais se servir do cliente do que servi-lo.

Num ambiente mais aberto, transparente, competitivo o cliente tem muito mais poder de escolha e é nessa capacidade de passar da antipatia e da intransitividade para empatia e transitividade que está o desafio.

Ainda mais quando os jovens – cada vez mais – demandam além da digitalização intensa, mais e mais uberização, o que exige uma Inovação Empática pra lá de Disruptiva.

É isso, que dizes?

*Texto escrito por Carlos Nepomuceno

Aproveite a promoção de final de ano. Entre na escola agora, pegue ainda o final da quarta imersão e fique conosco até o final de junho de 2021:

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Você sabe o que é o Marco Legal das Startups?

O Brasil sempre foi conhecido por seus aspectos burocráticos que torneiam as políticas públicas de todos os Estados. Segundo diversos especialistas, esse é um dos fatores que nos deixam menos competitivos em termos de inovação, se comparado a outros países. 

Por isso, nos últimos anos, diversos temas pautados em inovação e empreendedorismo vem sendo assunto em diferentes governos e lideranças. Porém, um em específico ganhou notoriedade e, atualmente, é o principal projeto de lei (PL) envolvendo startups do Congresso Nacional, nomeado de Marco Legal das Startups.

O início se deu na consulta pública realizada no ano passado, em um processo que permitiu que diversos atores do ecossistema das startups fossem ouvidos, somando às disposições no Projeto de Lei Complementar 146/19 (PLP 146), que tramita na Câmara dos Deputados.

O Marco Legal busca, de acordo com a pasta, simplificar a criação de empresas inovadoras, estimular o investimento em inovação, fomentar a pesquisa, o desenvolvimento e a inovação, além de facilitar a contratação de soluções inovadoras pelo Estado, aumentando a competitividade das startups.

Ministérios discutem proposta de Marco Legal para Startups (Foto: Bruno Peres)

DESAFIOS

No entanto, como a maioria dos projetos, existem alguns desafios que devem ser superados para que o projeto seja aceito. O primeiro é definir o que seria uma startup, adotar um conceito mais abrangente aumentaria o número de beneficiados que, apesar de ser positivo, acarretaria num custo maior, que poderia inviabilizar o projeto. Já uma definição muito restrita poderia conceder vantagens mais significativas às startups, mas limitaria o alcance.

Trata-se, portanto, de uma questão de política pública. Diferentemente do PLP 146, o projeto do governo não inclui o alto grau de escalabilidade dos produtos e serviços como elemento definidor. No entanto, ambos ressaltam que, por não existir uma definição clara de startup, é necessário que essas empresas sejam inovadoras. Não será considerada startup a empresa com faturamento bruto anual superior a R$ 16 milhões ou que esteja registrada no CNPJ há mais de seis anos.

Startups são constantemente consultadas durante a proposta do Marco Legal ( Foto: Estadão)

EMPREENDEDORISMO

Quanto a medida destinada a melhorar o ambiente de negócios para startups, estas estão voltadas a dois objetivos principais: simplificar a vida do empreendedor e propiciar maior segurança jurídica aos investidores.

Outro impulso aos investidores em startups, previsto tanto no projeto do governo quanto no PLP 146, é a tentativa de se impedir que os investidores sejam atingidos pela desconsideração da personalidade jurídica das startups investidas, excluindo sua responsabilidade em arcar com as dívidas daquelas.

“O objetivo é simplificado a vida do empreendedor e propiciar maior segurança jurídica aos investidores”

Valor

Acredita-se que, ao investir em uma startup, aposta-se que, por natureza, já é de alto risco. Assim, essa proteção deve aumentar o apetite por esse tipo de investimento. 

A consolidação da prática de opção de compra de ações é positiva, uma vez qye estas consistem em importantes mecanismos de atração e retenção de talentos, especialmente no caso das startups, que quase sempre precisam de mão de obra altamente qualificada e possuem poucos recursos para remunerar bem seus colaboradores.

Por fim, pretende-se viabilizar a participação de startups nos processos de compras governamentais. Hoje, o processo de exigências formais nas concorrências públicas dificulta essa contratação. Para contornar isso, o PLP 146 já estabelecia um tratamento especial para startups em licitações, sendo-lhes assegurada preferência em igualdade de condições.

OS PRÓXIMOS PASSOS

Agora o texto será encaminhado para a Câmara dos Deputados, para revisão e aprovação. Com tudo aprovado, o PL passará para o Senado e depois retorna para a Câmara para aprovação final e envio da homologação.

Fonte: Abstartup e Valor

Confira a Live promovida pela equipe Abstartup, que fala um pouco mais sobre o Marco Legal das Startups

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O que é MVP? Para o que ele serve?

Abrir uma empresa, além de complexo e trabalhoso, é um grande salto que pode mudar a carreira e o futuro de um empreendedor. Dentre todos os passos que envolvem o desenvolvimento de um negócio, existem alguns estudos que trabalham justamente em evitar erros técnicos, sejam eles no produto ou serviço que se pretende comercializar, conhecidos como MVP.

Para entendermos melhor o que é MVP (Minimum Viable Product, ou Produto Mínimo Viável), precisamos contextualizá-lo, afinal, a construção de um MVP pode ser confusa. 

Além de fundamental para transformar uma ideia em empresa de maneira certeira, o MVP leva seus fundadores para o caminho certo conforme recebe o feedback dos clientes, que muitas vezes concedem informações baseadas em sua opinião e reação.

Exemplo de MVP correto

Sobre o MVP

O conceito de MVP nasceu da mentalidade Lean, mais precisamente por Eric Ries, um empreendedor do Vale do Silício. 

“Nós temos uma chance, vamos acertar construindo o produto mais perfeito possível”

Eric Ries

De maneira geral, o MVP serve para medir a viabilidade de um negócio. São feitos testes com o público e, ao receber o feedback, são feitas alterações no desenvolvimento da empresa. O produto mínimo viável nada mais é uma versão simplificada do produto ou serviço fornecido, de uma maneira que possam ser feitos testes de mercado.

A necessidade de ser viável se deve ao fato de que é necessário testes de aceitação do cliente. Essa medida serve para o aprendizado rápido do que fazer para que uma ideia se transforme em realidade. Com esse retorno são aplicadas melhorias no desenvolvimento da ideia inicial do empreendedor, até que se obtenha uma versão ideal do projeto da empresa.

Por que utilizar?

O MPV vai se atualizando conforme as respostas dos clientes. Ele se modifica e se transforma a cada análise. É um ciclo sem fim, o produto é testado, com a opinião dos testadores ele se transforma e vai de novo para testes.

Recomenda-se o uso do Produto Mínimo Viável para economizar tempo no desenvolvimento do produto. A não utilizar o MVP, as empresas podem acabar gastando horas desenvolvendo algo que não irá agradar o cliente. Além disso, seu custo operacional é extremamente baixo comparado com outros métodos, por isso, além de economizar dinheiro, fica fácil atender o potencial cliente.

Por isso, o MVP é necessário para economizar dinheiro tentando descobrir se uma ideia vai atender a necessidade e resolver o problema do público. Ele deve representar o que a empresa deseja, alinhando as expectativas com a realidade.

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O que é e como validar uma ideia de negócio

Uma das etapas mais importantes de um negócio é a “validação do problema”. Esse termo é exaustivamente usado entre empreendedores, livros e eventos relacionados à startups, isso acontece porque saber validar uma ideia é um dos pontos críticos para o sucesso de um negócio.

De forma simples, validar um negócio, ou problema, é o ato de testar uma ideia, negócio ou hipótese. O objetivo deve ser o aprendizado em relação à sua hipótese inicial. A validação do problema é uma etapa super importante na construção de uma startup, pois permite entender a forma como as pessoas que pretendemos ter como futuros clientes enxergam a urgência daquela situação e inclusive se é possível e viável, solucioná-la.

Os passos iniciais consistem em:

  • Ter uma ideia: um negócio, produto, melhoria de algo existente, um problema, etc…
  • Definir as variáveis: quem é o público? onde vamos testar? quando vamos testar?
  • Definir o experimento: fazer roteiros de entrevistas, reunir contatos.
  • Realizar o teste: pode ser um MVP, pode ser uma entrevista, etc.
  • Analisar o aprendizado: quais foram os resultados? o que eles nos dizem?
Etapa inicial da validação do problema

A validação é uma das primeiras coisas que você deve ter em mente quando começa uma startup pois, na maioria das vezes, é o principal motivo de falência entre as startups. Por isso, foram criadas diversas formas de ajudar empreendedores neste processo delicado, porém, deve-se sempre levar em conta algumas questões como: definir um segmento que você deseja atender; estabeleça o que será validado; defina o método de validar; análise os resultados.

No entanto, há uma verdade universal que define e engloba todo esse conceito que é:

O cliente é seu chefe!

A primeira coisa que você deve descobrir é se o seu cliente acredita que o que você está construindo resolve o problema dele. E para resolver isso, deve-se fazer uma entrevista, pois esta é a melhor forma de entender o perfil do seu cliente. Existem algumas dicas, que podem ser usadas nesse processo, que ajudam no processo de validação.

  • Construa um roteiro que o ajude a aprender sobre o problema.
  • Mantenha o foco da entrevista no problema.
  • Dê preferência para entrevistas presenciais.
  • Peça por tempo suficiente.
  • Não pague por entrevistas
  • Não grave as entrevistas, anote.
  • Documente os aprendizados e ideias logo após a entrevista.

Descobrir logo de cara se a sua ideia é realmente viável ou não, logo no início, faz toda a diferença. Após o processo de validação, preocupe-se em buscar a solução.

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Modelo de Negócios: o que é e como construir o seu?

Existem diversos passos necessários para a criação de uma empresa. Uma das primeiras coisas a se fazer é decidir qual será seu tipo de modelo de negócios. Nos últimos tempos, surgiram várias opções, ainda mais agora com o aparecimento de modelos dinâmicos, devido ao boom das startups.

O Modelo de Negócios ajuda a iniciar bem um empreendimento. De acordo com a definição do suíço Alex Osterwalder, que procurou facilitar o entendimento completo de um negócio:

“O modelo de negócios é a forma como a empresa cria, entrega e captura valor”

Alex Osterwalder

Assim, o modelo tem como objetivo descrever todos os elementos e fases que compõem um empreendimento, proporcionando a integração da organização. Uma das formas de definir isso é através do Canvas, uma das principais ferramentas na elaboração de um modelo de negócios. Nós, da 9weeklabs, utilizamos em nossas aulas um modelo simplificado, o Lean Canvas, que permite observar pontos fundamentais de um plano de negócios em apenas uma folha. 

Modelo de Lean Canvas da 9weeklabs

Tudo isso ajuda a proporcionar uma visualização completa dos processos da organização. O Modelo de Negócios possibilita inovar, estabelecendo uma proposta de valor única para o empreendimento. O principal benefício desse modelo, que incentiva o seu uso nos processos iniciais de uma empresa, é sua simplicidade e rápida implementação. Tudo que é necessário e uma página, alguns post-its e uma mesa.

Seu plano de negócios deve responder algumas perguntas básicas:

  • O que vou fazer?
  • Para quem vou fazer?
  • Como vou fazer?
  • Quanto vou gastar?

É necessário saber que cada um desses blocos está relacionado com os demais, disponíveis no modelo apresentado, que pode conter ajustes em cada fase futura, quantas vezes forem necessárias. 

Esse é, portanto, o caminho para descobrir como se diferenciar, conquistar clientes, reduzir custos e obter receitas.

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Ecossistemas de startups da América Latina e o destaque curitibano

Atualmente, tem se falado muito em startups, unicórnios e o seu crescimento vertiginoso em todo o mundo. Segundo a Associação Brasileira de Startups (Abstartups), nos últimos quatro anos, entre 2015 e 2019, o número de startups no Brasil mais que triplicou, passando 4.151 para 12.727, um salto de 207%. A América Latina, num âmbito geral, tem se mostrado uma região onde empreendedores andam apostando na abertura e desenvolvimentos de startups, seja criando suas próprias ou investindo em ideias elaboradas por outros.

De acordo com um estudo desenvolvido pela The Global Startup Ecosystem Report 2020, publicado no dia 25 de junho deste ano, cinco cidades latino-americanas se destacam por hospedarem alguns dos ecossistemas de startups que mais se crescem no mundo, seja por seu potencial ou por suas ideias.

Ecossistemas de startup da América Latina (Fonte: Entrepreneur)

Segundo o gráfico divulgado pela organização, que avaliou outras 270 cidades da américa-latina, Bogotá e Cidade do México possuem as pontuações mais altas desse ranking, embora cada uma se destaque em um segmento correspondente. A capital mexicana, por exemplo, se destaca nos talentos humanos. com uma pontuação de 9, numa escala de 1 a 10.

No Brasil, a cidade de Curitiba, capital do Paraná, é a única incluída nesse gráfico. Ela é a única metrópole que não é capital nacional, além disso, foi a que obteve melhor nota no desempenho geral do ecossistema de startups, com pontuação de 7 em 10. Curitiba foi a cidade que viu o nascimento da fintech Ebanx, uma das últimas startups da américa-latina a ver seu status crescer a nível de unicórnio. A mesma ainda obteve a nota mais alta pelo valor total de ecossistema e pelo nível geral de sucesso das startups que optam por hospedá-lo.

Num contexto geral, comparado com outros centros emergentes de startups pelo mundo todo, os locais latino-americanos possuem uma baixa pontuação no alcance de mercado, onde apenas Bogotá de destaca.

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Novos projetos para o 4º Batch!

Após algumas semanas procurando as melhores ideias para ingressarem em nosso programa de pré-aceleração, finalmente pudemos encontrar equipes capacitadas e engatilhadas para colocar seus planos em prática. Ao todo, foram 49 equipes selecionadas, com planejamentos que variam desde soluções imobiliárias até projetos envolvendo agronomia. 

Nesse momento, todas elas iniciam nosso programa de 9 semanas, onde trabalharão os primeiros passos de desenvolvimento de suas startup.

Confira a lista dos 49 projetos selecionados para o 4º Batch do Faciap Inovalab!

  1. IVI Soluções Imobiliárias
  2. RFF Distribuição
  3. Ponto de Ônibus Automatizado
  4. DDB Drones de Batalha
  5. Ipark
  6. Bridges
  7. Discover Brasil
  8. Alô Tênis
  9. Facilitador
  10. Construtora Vasconcelos Ltda
  11. Minhapadoca
  12. CampIn
  13. Orbital Correias
  14. Escola da Vida
  15. Startup Tecnologia NillWest
  16. Eco Seed
  17. Lua Negra
  18. Manual da Inteligência
  19. Vendedor Viajante
  20. ExoEasy
  21. QI
  22. Planalto Network
  23. Projeto Roça
  24. Compra Mais
  25. Hadrian Projetos
  26. IB CLEANING
  27. ShoppCom
  28. Agro de Bolso
  29. Manoel Lima Oficial
  30. Transcender
  31. Refabricados
  32. Icarus
  33. Ecoogle
  34. I Control
  35. Bom Vizinho
  36. Wear
  37. IAPIM – Inteligência Artificial e Publicidade Mobile
  38. Cine ice
  39. Virtual Real
  40. Leader Human
  41. Storm Rider
  42. Manch Studios
  43. Staffvet Tecnologia da Informação LTDA
  44. Muralha
  45. Balad Live
  46. Profit invest
  47. Brasil Collab
  48. Socicoin
  49. WIFI Automação e Tecnologia Ltda

Para aqueles que não conseguira se inscrever, aguarde o lançamento do 5º Batch e acompanhe nosso site e redes sociais para mais informações!

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Método “blitzscalling” e a velocidade dos negócios

Durante os últimos tempos, diversas formas de crescimento empresarial foram criadas e aplicadas em empresas que, ao longo do tempo, se tornaram ícones do segmento em que atuam. Dentre os métodos, destaca-se o “Blitzscalling” que, de maneira geral, resume-se em crescer rapidamente, sem poupar gastos, com o objetivo de se tornar líder absoluto no setor em que atua.

Tendo sua nomenclatura derivada do uso da palavra “blitz” do século XX, inspirada da estratégia de “guerra relâmpago”, o termo foi criado pelo escritor e mentor Chris Yeh, juntamente com Reed Hoffman, criador do Linkedin, e apresentada em seu livro de mesmo nome “Blitzscalling: formas criativas de atingir metas”. A aplicabilidade da proposta se tornou tão famosa que empresas como Uber e WeWork adotaram as medidas como forma de crescimento.

Porém, ambas as companhias enfrentam problemas com o cenário atual de pandemia, que trouxe menor liquidez colocando um ponto final na caça desenfreada por crescimento. Mas a ideal central de dar prioridade à velocidade não perdeu sentido, renovando-se. Segundo Chris Yeh, em uma entrevista concedida à revista Valor, “o rápido é provavelmente mais devagar que antes”.

“Se todos os seus competidores são forçados a desacelerar, e você também, desde que mantenha-se um passo que lhe garanta uma vantagem relativa sobre eles, você ainda pode atingir seus objetivos”

Chris Yeh

Para o escritor, o mercado será mais racional nos gastos, levando em consideração a situação em que encontra-se, mas, como os movimentos serão cíclicos, ele disse acreditar que a tendência é que volte aos picos atingidos recentementes. O “blitzscalling”, segundo ele, nunca baseou-se em gastar para crescer rapidamente, mas sim em pensar em como crescer rapidamente.

Num primeiro momento, a pandemia será favorável a empresas maiores que já possuem posição de liderança, pois vai pressionar quem tem menos estrutura. No entanto, no longo prazo, o efeito da competição não tende ser muito grave, já que a mudança de comportamento abrirá novos espaços para que novas empresas apareçam, reequilibrando o jogo. 

Por fim, o autor enxerga um cenário positivo para empreendedores de países latino-americanos. Para ele, o constante cenário de crises recorrentes pode servir como vantagem no mundo pós-pandemia. “As pessoas estão percebendo que choques são mais possíveis do que elas imaginavam. E empreendedores que tenham passado por situações dessas no passado são mais resilientes”, conclui Yeh.

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