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5 empresas que pivotaram para se tornarem um sucesso

Uma das maiores lições que as startups trazem ao mercado é: mudar no meio do caminho não é um fracasso.

Em alguns momentos, pode ser exatamente o necessário para prosperar. Não por acaso, o ecossistema possui até uma palavra própria para isso: pivotar, que significa mudar completamente a direção ou o propósito de uma empresa. Ao longo dos anos, diversas companhias passaram por mudanças pra alcançarem o sucesso que vemos hoje.

Eric Ries, autor de The Lean Startup, define a pivotagem como “uma correção de curso estruturada, projetada para testar uma nova hipótese fundamental sobre o produto, a estratégia e o mecanismo de crescimento”.

Geralmente quando você está construindo um produto, e está na fase inicial, você tende a usar uma tecnologia que vai entregar mais rápido os resultados, e isso irá validar essa idéia. Entretanto, na maioria das vezes, o potencial de escala dela não será muito bom.

Por isso, separamos 5 grandes empresas que pivotaram no meio do caminho:

1. Nike

Bill Bowerman e Phil Knight em Oregon, testando seus calçados de corrida.

A Nike foi criada em 1964 como “Blue Ribbon Sports”, por Bill Bowerman e Philp Knight. A companhia distribuía sapatos da companhia japonesa Onitsuka Tiger. A transformação para a Nike que conhecemos, que cria e fabrica os próprios modelos, veio apenas em 1971.

Relembrando os primórdios, a Nike lançou uma loja da Blue Ribbon Sports em 2019, especializando a marca em corridas. A empresa também lançou coleções temáticas utilizando seu nome e logo anteriores.

2. Amazon

Jeff Bezos no início da Amazon.

Criada por Jeff Bezos em 1994, a Amazon nasceu como um e-commerce de livros. No entanto, a empresa saiu do mercado editorial e foi além, tornando-se a varejista “de tudo”. A transformação é digna de uma “pivotada”, pois as decisões mudaram completamente o destino da empresa.

Atualmente, a Amazon está presente no setor de jogos, alimentação, eletrônicos, logística, computação em nuvem, entre outros.

3. YouTube

Com 19 segundos de duração, “me at the zoo” foi o primeiro vídeo do YouTube, em 2005.

O YouTube nasceu em 2005, quando os ex-funcionários do PayPal Chad Hurley, Steve Chen e Jawed Karim se uniram. O objetivo era de criar uma plataforma de encontros através de vídeos.

O apelo inicial não teve muitos adeptos, o que fez com que os fundadores permitissem o upload de vídeos de qualquer tema. Atualmente, o YouTube é a maior plataforma de vídeos da internet.

4. Sambatech

Sede da Sambatech

Criada em 2004, a Sambatech distribuía jogos de celular em toda a América Latina. Cinco anos depois, após diversas mudanças no setor de telefonia, a empresa pivotou para se tornar uma plataforma de distribuição de vídeos online, com foco em ensino à distância.

5. Instagram

Sede do Instagram em Nova York.

O Instagram foi criado em 2010 pelo norte-americano Kevin Systrom e pelo brasileiro Mike Krieger. Naquela época, não haviam as “selfies”, pois fugiam completamente do propósito da plataforma. A empresa unia fotografias de estabelecimentos (restaurantes, por exemplo) com a geolocalização, funcionando de forma semelhante ao Foursquare.

Com o tempo, e principalmente após a aquisição do Facebook, o Instagram tomou o rumo de fotografias em geral.

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Estratégia Super Extraordinária: a Metodologia Estratégica ideal para lidar com o fenômeno digital

“A concepção de uma visão estratégica é, acima de tudo, um processo intelectual localizado no mundo do pensamento e não no mundo da ação.”

Luc de Brabandere

Estratégia é o ato de planejar e executar ações para conquistar objetivos definidos no curto, médio ou longo prazo.

Para que possamos criar estratégias, é preciso ter uma Metodologia Estratégica Eficaz, que é formada por Diagnóstico de Cenário (de que tipo de mudanças de cenários estamos ou poderemos estar lidando) e sugestão de Tratamento diante de Determinado Cenário (que tipo de ação é necessária adotar, diante da mudança prevista, para que se possa manter a competitividade).

Ao realizarmos, assim, o Diagnóstico do Cenário, podemos ter diante de nós Mudanças Incrementais, Radicais e Disruptivas. E, por causa disso, não podemos pensar em um único Tratamento diante do Determinado Cenário.

Uma Metodologia Estratégica Mais Eficaz precisa diagnosticar que tipo de mudança pode vir ocorrer ou já está ocorrendo para que possa definir que tipo de Tratamento diante de Determinado Cenário deve utilizar.

De maneira geral, as pessoas em geral e os estrategistas, em particular, tendem a trabalhar com a normalidade, com a continuidade, com o conhecido, imaginando sempre que o que vem pela frente são Mudanças de Cenários Incrementais.

Nicholas Taleb – conhecido pelo seu famoso livro “Cisne Negro” – critica bastante o despreparo humano para admitir e enfrentar o desafio das adversidades, dos Fenômenos Inusitados.

A normalidade, segundo Taleb, é tóxica, pois as pessoas criam a fantasia de que o cenário de hoje será contínuo e para sempre sem que tenhamos “Cisnes Negros” (Fenômenos Inusitados).

Podemos chamar esse tipo de visão de eterna continuidade de Normalidade Tóxica, uma sensação de que a estabilidade de hoje será repetida eternamente amanhã, sem a presença de “Cisnes Negros” (mudanças de diversos tipos).

Um Estrategista de Excelência tem que adotar uma Metodologia Estratégica, que consiga superar a Normalidade Tóxica, preparando-se para enfrentar Fenômenos Inusitados, que provocam anormalidades e instabilidades.

NÃO há, assim, Diagnósticos e Tratamentos Estratégicos únicos, mas aqueles que se adaptam a um cenário específico, seja ele Incremental, Radical ou Disruptivo.

Thomas Kuhn (1922 – 1996), ao estudar as alterações científicas, pode nos ajudar no aperfeiçoamento das Metodologias Estratégicas, ao sugerir que diante de determinados Fenômenos Inusitados é preciso alterar – no caso do estudo de Kuhn – o tipo de ciência que se pratica (Normal ou Extraordinária).

Para Thomas Kuhn, não são os Fenômenos que são Inusitados, mas as nossas teorias (paradigmas e valores), que não conseguem prevê-los, compreendê-los e agir, de forma mais eficaz, diante deles.

Por isso, Kuhn sugeriu dois Tratamentos diante de Determinado Cenário: o Normal, quando tudo está compreendido e na estabilidade, na normalidade. E o Extraordinário, quando se percebe instabilidade e anormalidade.

Kuhn, na verdade, nos ensina o seguinte: o uso do tipo de “chave de fenda” a ser utilizada, sempre vai depender de que tipo de “parafuso” estamos apertando.

Se temos uma Mudança de Cenário Incremental, então, será preciso um Tratamento Incremental e vice-versa.

O problema é que os Estrategistas de Plantão acabam se viciando no uso de Diagnósticos e Tratamentos Estratégicos Incrementais (Normais) e acreditam que são os únicos possíveis. Temos, assim, pouca prática de agir nas Mudanças Radicais (Extraordinárias) ou Disruptivas (Super Extraordinárias).

Vejamos primeiro as Mudanças de Cenário possíveis:

Assim, um Estrategista de Excelência NÃO pode ter uma Metodologia Estratégica, que só atua nas Mudanças Normais, ficando tonto e perdido quando estamos diante de Mudanças Radicais ou Disruptivas.

Mudanças Extraordinárias e Super Extraordinárias exigem uma revisão mais profunda dos paradigmas e valores para que se possa compreender os Fenômenos Inusitados, antes de agir.

A regra é a seguinte: conforme a mudança que vem, é preciso utilizar um tipo de Metodologia Estratégica (Normal, Extraordinária ou Super Extraordinária).

Vejamos a tabela que os Bimodais produziram sobre estes três tipos de Metodologias Estratégicas:

Uma pandemia, por exemplo, exige uma Estratégia Extraordinária. E a Revolução Midiática Civilizacional Digital (RMCD) demanda uma Estratégia Super Extraordinária.

É isso, que dizes?

Colaboraram os seguintes Bimodais:

Átila Pessoa e Rodrigo Palhano.

Quer entender o novo cenário digital? Você precisa conhecer e entrar na Bimodais – a melhor escola de Futurismo do país. Bora? 

Por: Carlos Nepomuceno

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FACIAP INOVALAB comemora 2º aniversário com 100 empresas aceleradas

O laboratório de pré-aceleração de startups da Federação das Associações Comerciais e Empresariais do Paraná, o Faciap Inovalab, completa dois anos de atividades com a marca de 100 empresas aceleradas no período.

Para comemorar a data e suas realizações, os organizadores realizaram um coquetel na noite desta terça-feira, 28 de abril, que contou com a presença do chefe da Casa Civil do governo do Paraná, Guto Silva, e do presidente da Faciap, Fernando Moraes. O evento foi reservado a poucas pessoas, de acordo os protocolos determinados pela legislação.

Com a presença do coordenador do Faciap Inovalab, Túlio Severo, Fernando Moraes e Guto Silva descerraram uma placa alusiva ao segundo aniversário do laboratório e, em seguida, houve a entrega de troféus aos representantes das startups que participaram do 5º Batch, ocorrido em março deste ano.

Durante a entrega de troféus, o presidente Fernando Moraes contou um pouco de sua experiência como empreendedor no ramo de móveis e telefonia e parabenizou os novos empresários pelo empreendedorismo e talento na busca de soluções modernas para o mercado ávido por inovações.

O coordenador Túlio Severo, por sua vez, destacou a importância das startups para a economia. “Vocês nos mostram que com criatividade, inovação e vontade de trabalhar é possível movimentar a economia, gerando emprego e renda. Contem sempre com a Faciap”, disse Severo.

Fonte: Assessoria de Comunicação da FACIAP

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Tecnologias Disruptivas

Um panorama das 100 maneiras maravilhosas, estranhas (e possivelmente preocupantes) que o mundo pode mudar em um futuro próximo.

Por IMPERIAL COLLEGE OF LONDON

Nota do autor

O propósito desta publicação é tornar o futuro dos indivíduos e das instituições certo. E, também, para fazer as pessoas pensarem, mesmo que seja por um breve período.

É uma mistura de predição e provocação que tende a estimular o debate, mas continue atento que outros elementos devem ser considerados quando está se avaliando o potencial de impacto. Ainda mais importante, as tecnologias apresentadas nesta tabela foram inseridas sem qualquer discussão sobre fatores éticos e morais. Nenhuma tecnologia deve ser usada a não ser que ajude as condições humanas e com tecnologias potencialmente disruptivas sempre lembre que “com grandes poderes vem grandes responsabilidades”. (Há vários créditos para esta frase desde Homem Aranha, Dr. Spock, Yoda, Churchill, Roosevelt e possivelmente a Revolução Francesa).

Exemplos são puramente ilustrativos e não constituem qualquer forma de recomendação, validação ou sugestão de investimento. Note, também, que companhias pequenas e startups estão em contínua mudança, por isso trate os exemplos com cuidado. Haverão erros e erros de julgamento, por favor, use um pouco de senso comum.

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Não confunda criação com inovação

“Inovar é criar algo novo para o sistema. Ser criativo é pensar um novo sistema.

Luc de Brabandere

No livro, “O Lado Oculto das Mudanças” – que sugiro que você leia – Brabandere fala de dois tipos de mudança: a inovadora e a criativa.

A mudança inovadora (tipo 1) é uma mudança de um componente dentro do sistema com os mesmos paradigmas. A criativa (tipo 2) do próprio sistema com novos.

Podemos entender que Brabandere chama a inovação de incremental ou radical. E a criação é dedicada à disrupção, com a criação de novo sistema.

Podemos ainda interpretar que a mudança incremental ou radical se limitam a questionar aspectos operacionais e a disrupção teóricos e filosóficos.

Ao falar , assim, tanto em inovar ou criar – precisamos da FILOSOFIA DA MUDANÇA: área que se dedica a estudar os aspectos mais profundos e abstratos das necessárias alterações de paradigmas, valores e hábitos em nossas vidas.

A Filosofia da Mudança é uma subárea filosófica da área Ética/Epistemológica, que pretende ajudar o sapiens a responder: o que é mais verdade para ter uma vida mais significativa e feliz? 

Diversos autores procuram nos ajudar a entender como podemos nos adaptar às mudanças e isso se inicia por compreender o tamanho e a origem de que tipo de alteração estamos falando.

Temos dentro da Filosofia da Mudança duas áreas:

  • a primeira (origem da mudança) – se inicia de dentro para fora (endógena) ou de fora para dentro (exógena)?;
  • a segunda (qual é a demanda adaptativa) – operacional/metodológica (incremental ou radical) ou teórica filosófica (disruptiva).
os dois tipos de mudança
Os dois tipos de mudanças

O importante perceber é:

  • As mudanças inovadoras – no conceito de Brabandere –  são alterações em um sistema, que se mantém com os mesmos paradigmas. É o que podemos chamar de necessidade de adaptação incremental ou radical;
  • As mudanças criativas – no conceito de Brabandere –  são criações de um novo sistema, que demanda a obtenção de novos valores, paradigmas e hábitos. É o que podemos chamar de necessidade de adaptação disruptiva.

As Plataformas Curadoras (maior parte das BigTechs) são exemplos de Mudanças Criativas, que têm novos valores, paradigmas e hábitos. São um novo sistema.

Para entender as Plataformas Curadoras (maior parte das BigTechs) e se adaptar a elas é preciso adotar novos paradigmas (adaptação criativa) para que se possa criar ações inovadoras (adaptação inovadora) –  a partir delas.

É isso, que dizes?

Por: Carlos Nepomuceno

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Por que as Big Techs crescem tanto?

Você conhece o conceito de Big Techs? Resumidamente, elas são as maiores empresas de tecnologia do mundo e todas elas estão listadas na bolsa de valores americana, e apresentam faturamento astronômico. Alguns exemplos bem ilustrativos são a Microsoft, Netflix, Alibaba, Apple, Amazon, Facebook, entre outras.

No segundo trimestre de 2020, as Big Techs divulgaram seus resultados e todas conseguiram superar suas metas, apresentando um crescimento contrário às economias globais em tempos de pandemia, onde a maioria de seus produtos e serviços foram alavancados por conta das plataformas digitais.

A Amazon é um dos exemplos de empresas que tiveram seu crescimento em torno de 40% no trimestre, destacando-se no mercado global. Os principais fatores que impulsionaram a empresa nos últimos meses foram desde o seu marketplace, que dobrou a lucratividade, até o aumento de assinantes do serviço Amazon Prime, mostrando de fato que quanto mais digitalizado for o consumidor, melhor.

No primeiro trimestre de 2020, o Facebook obteve uma receita de US$ 17,74 bilhões

Afinal, por que elas crescem tanto?

Apesar de haver diversos motivos e causas para o crescimento exponencial das Big Techs, precisamos pensar no que elas nos oferecem. Todas elas oferecem serviços que antes não eram democratizados, além dos valores super competitivos. Um dos exemplos é o Google que dentro de seus sistema oferece o Gmail com diversas features, que vão desde o Meet, até o Planilhas, Apresentações, Drives, etc.

Basicamente, o sucesso proveniente dessas empresas vem de muita visão do empreendedor em identificar essas dores do mercado e resolvê-las. A questão é que a maioria dos CEO’s e fundadores das Big Techs não foram os first mover do mercado. Antes de existir o Google, existiram outras ferramentas de busca, antes do Facebook, existiam outras redes sociais, antes da Amazon, existiam outros marketplaces. O ponto principal é que essas empresas conseguiram se diferenciar em um mercado de concorrência muito acirrada, mas mesmo assim se diferenciam e se tornaram extremamente competitivas.

A Amazon tem valor de mercado de US$ 1,5 trilhão e faturou no primeiro trimestre de 2020 US$ 75,5 bilhões

O benefício do erro

Normalmente, em ambientes inovadores como os de startups, onde a “cultura do erro” faz parte do processo de crescimento, é muito comum que a evolução ocorre de forma rápida e que o produto final seja modificado várias vezes. Em ambientes onde o erro é bem visto e complementa o processo de crescimento, equipes e colaboradores se sentem muito mais livres em se expressar e aprender com cada experiência. E é assim com as Big Techs.

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Internet of Things: o projeto de lei que deve ser comemorado

Você já ouviu falar do conceito Internet of Things? Basicamente, estuda-se a possibilidade de interconectar digitalmente objetos cotidianos com a Internet. Em outras palavras, a Internet das Coisas (nome em português) nada mais é que uma rede de objetos físicos capazes de reunir e de transmitir dados.

Por meio de computação de baixo custo, como nuvem, big data, análise e tecnologias móveis, as coisas físicas podem compartilhar e coletar dados com intervenção humana mínima. Neste mundo hiperconectado, os sistemas digitais podem registrar monitorar e ajustar cada interação entre coisas conectadas. No fim, o mundo físico encontra o conectado.

No Brasil, esse tema vem sendo analisado desde 2016 entre setores públicos, como o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) e o Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovação e Comunicação (MCTIC). Ambos elaboraram um diagnóstico e um plano de ação para até 2022 no Brasil, que contempla mais de 70 iniciativas para inovação, capital humano, ambiente regulatório e conectividade.

Para André Telles, assessor de inovação da Celepar e autor de cinco livros sobre tecnologia, essa evolução do IOT, em termos de telecomunicação, é tão importante quanto a que ocorreu com a telefonia móvel celular, o advento das mídias sociais, aplicativos e o processo de migração das emissoras de TV para a internet.

André Telles é especialista em governos inteligentes, palestrante e professor.

“Foi aprovado pelo senado o Projeto de Lei 6549/2019, que isenta os dispositivos de Internet das Coisas das contribuições setoriais, é um marco histórico para o avanço da conectividade e do desenvolvimento das telecomunicações no Brasil. Essa é a avaliação da Conexis Brasil Digital, nova marca do SindiTelebrasil, entidade que representa as operadoras do setor de telecomunicações no Brasil”, explica Telles.

Em uma postagem no Twitter, o Ministério das Comunicações afirmou que o Projeto de Lei segue para a sanção do Presidente da República e a expectativa é de que a medida gere mais de 10 milhões de empregos e impulsione a conectividade de dispositivos com uso de 5G. 

Nos últimos anos, países como a China e os EUA, potências mundiais, escolheram a IOT como setor chave e prospectava US$ 180 bilhões para 2020. Por isso, precisamos continuar avançando no Brasil quando o tema é Internet das Coisas e a aprovação do senado da PL deve ser comemorada.

Confira esse vídeo da TecMundo, que explica mais sobre a Internet das Coisas
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Empreendedorismo 3.0: inovar para servir!

Inovar (verbo transitivo) – introduzir novidade em; fazer algo como não era feito antes, tornar novo; renovar, restaurar.

Muito se fala em inovação como um verbo intransitivo que não pede complemento.

“Estou inovando” passa a ser verbo intransitivo.

Navegando por navegar, ou cantando por cantar. Diferente de navegar para levar banana para Paquetá ou cantar para participar do concurso da escola.

Verbos intransitivos não demandam complemento.

Inovar é preciso, mas por que? para onde?

É preciso complementar o motivo, pois ninguém muda sem uma razão. Ou não deveria, principalmente organizações produtivas que vivem dos clientes.

Transitivo: é o verbo considerado de sentido incompleto, que exige complemento que lhe integre o sentido.

É preciso inovar para tornar os clientes mais fiéis – simples assim – sair da inovação pela inovação para a inovação com foco.

Se gera valor para o cliente receber valor de volta e continuar gerando valor para receber valor, num processo contínuo.

Assim, podemos atrelar o verbo inovar ao de se manter sustentável economicamente – ou em outras palavras – competitivo – diante dos outros para obter e manter clientes.

Podemos dizer que temos duas formas, hoje, de pensar inovação:

  • A inovação para o próprio umbigo (intransitiva e antipática) – que é a inovação pela inovação para dizer que está inovando ou para atender a demanda daqueles que querem se motivar dentro da organização, o que ocorre também na maioria das pesquisas acadêmicas;
  • A inovação em direção à competitividade (transitiva e empática) – que é a inovação para manter antigos e ganhar novos clientes – é a inovação para servir ao outro.

Na primeira, podemos dizer que temos a inovação não-empática ou antipática, voltada apenas para os desejos internos.

Inovação sem foco competitivo, intransitiva.

Antipatia, o contrário: desprovido de afinidade ou interesse pelo outro. 

A Inovação Empática é aquela que vai na direção ao cliente, transitiva, na linha de todo o movimento empreendedor de ponta, vide Startup Enxuta, de Eric Ries.

Podemos dizer que a Inovação Empática é voltada para o cliente amigo e não para o umbigo.

Empatia – Faculdade de compreender emocionalmente o outro

O problema do mercado hoje é que as organizações (e os profissionais) vem com a mentalidade pré-digital, em que era mais possível controlar o mercado, que era muito mais verticalizado do que hoje.

Não se acostumaram ainda ao novo ambiente no qual o cliente tem mais poder – e é preciso passar do intransitivo ao transitivo e da antipatia para a empatia.

Os projetos de inovação, que estão funcionando, vão na direção Inovação Empática e Transitiva.

Quando se fala, assim, em inovar, deve se pensar em algo novo para melhorar a vida do cliente, que está insatisfeito com os limites tecnoculturais anteriores.

O cliente quer sair dos limites que tinha antes e espera as organizações empáticas e transitivas que os tire de lá!!!

O primeiro desafio do Empreendedor 3.0, com essa mentalidade, é justamente superar o bloqueio psicológico de décadas que guiou a maior parte das organizações de muito mais se servir do cliente do que servi-lo.

Num ambiente mais aberto, transparente, competitivo o cliente tem muito mais poder de escolha e é nessa capacidade de passar da antipatia e da intransitividade para empatia e transitividade que está o desafio.

Ainda mais quando os jovens – cada vez mais – demandam além da digitalização intensa, mais e mais uberização, o que exige uma Inovação Empática pra lá de Disruptiva.

É isso, que dizes?

*Texto escrito por Carlos Nepomuceno

Aproveite a promoção de final de ano. Entre na escola agora, pegue ainda o final da quarta imersão e fique conosco até o final de junho de 2021:

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Você sabe o que é o Marco Legal das Startups?

O Brasil sempre foi conhecido por seus aspectos burocráticos que torneiam as políticas públicas de todos os Estados. Segundo diversos especialistas, esse é um dos fatores que nos deixam menos competitivos em termos de inovação, se comparado a outros países. 

Por isso, nos últimos anos, diversos temas pautados em inovação e empreendedorismo vem sendo assunto em diferentes governos e lideranças. Porém, um em específico ganhou notoriedade e, atualmente, é o principal projeto de lei (PL) envolvendo startups do Congresso Nacional, nomeado de Marco Legal das Startups.

O início se deu na consulta pública realizada no ano passado, em um processo que permitiu que diversos atores do ecossistema das startups fossem ouvidos, somando às disposições no Projeto de Lei Complementar 146/19 (PLP 146), que tramita na Câmara dos Deputados.

O Marco Legal busca, de acordo com a pasta, simplificar a criação de empresas inovadoras, estimular o investimento em inovação, fomentar a pesquisa, o desenvolvimento e a inovação, além de facilitar a contratação de soluções inovadoras pelo Estado, aumentando a competitividade das startups.

Ministérios discutem proposta de Marco Legal para Startups (Foto: Bruno Peres)

DESAFIOS

No entanto, como a maioria dos projetos, existem alguns desafios que devem ser superados para que o projeto seja aceito. O primeiro é definir o que seria uma startup, adotar um conceito mais abrangente aumentaria o número de beneficiados que, apesar de ser positivo, acarretaria num custo maior, que poderia inviabilizar o projeto. Já uma definição muito restrita poderia conceder vantagens mais significativas às startups, mas limitaria o alcance.

Trata-se, portanto, de uma questão de política pública. Diferentemente do PLP 146, o projeto do governo não inclui o alto grau de escalabilidade dos produtos e serviços como elemento definidor. No entanto, ambos ressaltam que, por não existir uma definição clara de startup, é necessário que essas empresas sejam inovadoras. Não será considerada startup a empresa com faturamento bruto anual superior a R$ 16 milhões ou que esteja registrada no CNPJ há mais de seis anos.

Startups são constantemente consultadas durante a proposta do Marco Legal ( Foto: Estadão)

EMPREENDEDORISMO

Quanto a medida destinada a melhorar o ambiente de negócios para startups, estas estão voltadas a dois objetivos principais: simplificar a vida do empreendedor e propiciar maior segurança jurídica aos investidores.

Outro impulso aos investidores em startups, previsto tanto no projeto do governo quanto no PLP 146, é a tentativa de se impedir que os investidores sejam atingidos pela desconsideração da personalidade jurídica das startups investidas, excluindo sua responsabilidade em arcar com as dívidas daquelas.

“O objetivo é simplificado a vida do empreendedor e propiciar maior segurança jurídica aos investidores”

Valor

Acredita-se que, ao investir em uma startup, aposta-se que, por natureza, já é de alto risco. Assim, essa proteção deve aumentar o apetite por esse tipo de investimento. 

A consolidação da prática de opção de compra de ações é positiva, uma vez qye estas consistem em importantes mecanismos de atração e retenção de talentos, especialmente no caso das startups, que quase sempre precisam de mão de obra altamente qualificada e possuem poucos recursos para remunerar bem seus colaboradores.

Por fim, pretende-se viabilizar a participação de startups nos processos de compras governamentais. Hoje, o processo de exigências formais nas concorrências públicas dificulta essa contratação. Para contornar isso, o PLP 146 já estabelecia um tratamento especial para startups em licitações, sendo-lhes assegurada preferência em igualdade de condições.

OS PRÓXIMOS PASSOS

Agora o texto será encaminhado para a Câmara dos Deputados, para revisão e aprovação. Com tudo aprovado, o PL passará para o Senado e depois retorna para a Câmara para aprovação final e envio da homologação.

Fonte: Abstartup e Valor

Confira a Live promovida pela equipe Abstartup, que fala um pouco mais sobre o Marco Legal das Startups

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